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Mobilidade Urbana em Campinas

O incentivo à absoluta utilização da bicicleta viabiliza benefícios para a população e melhorias no espaço urbano, em diversos aspectos positivos combinados: transporte, lazer, esporte, saúde, ecológico e econômico, sendo essenciais para a qualidade de vida e a preservação do meio ambiente.

Entre ciclovias e ciclorrotas, Campinas possui atualmente em torno de 20 km de estrutura cicloviária, tendo um projeto que pretende construir cerca de 185 km até 2019. No entanto, o Plano Cicloviário de Campinas que foi estudado em quatro fases, em conjunto com a sociedade, ciclo ativistas e a administração municipal, ainda não foram concluídas as três primeiras fases, o que totalizaria cerca de 125 km de ciclovias para os ciclistas, contemplando 36 ciclovias distintas, garantindo a ampliação e qualificação do atendimento dos serviços de acessibilidade, mobilidade e segurança da população usuária.

Dentre as propostas do Plano Diretor de Campinas, além da implantação da malha cicloviária, seria possibilitar a integração das ciclovias com os terminais de ônibus, as futuras instalações dos corredores do BRT, bicicletários e um sistema de uso compartilhado de bicicletas, o chamado “bike sharing”.

As ciclovias atualmente existentes na cidade são: Taquaral (6 km), Taquaral-Anhumas (2,2 km), Amarais (1,4 km), Barão Geraldo (1,1 km), Francisco de Toledo (590 m), Mackenzie (6,7 km), Baden Powell (1,1 km) e Norte-Sul (1,3 km).

Dentre as ciclovias, destacamos a ciclovia Norte-Sul que está localizada num dos locais mais charmosos da cidade, onde o usuário pode pedalar, além de correr ou praticar exercícios. Há espaço para pedestres, mas preferencialmente eles podem circular nas calçadas que tem um espaço maior, uma regra de segurança para os ciclistas é ficar atento aos locais onde passam veículos e faixas de pedestres para evitar acidentes e no período da noite o local é bastante iluminado.

As ciclorrotas existentes são: Piçarrão (890 m), Carlos Lourenço (595 m), Sousas (5,9 km), Pirelli-Sirius (600 m) e Florence II (1 km).

A diferença entre ambas está no seu espaço, a ciclovia é um espaço destinado à circulação de bicicletas, separado fisicamente dos demais veículos, preferencialmente implantado no canteiro central da via. A ciclorrota é uma nova opção para os ciclistas, consiste num caminho que pode ou não ser sinalizado que representa uma determinada rota de acesso ao destino do ciclista.

A administração municipal pretende chegar até o final do ano com 50 km de ciclovias implantadas. Duas licitações estão em andamento para a contratação de projetos executivos e obras de 12,8 km de ciclovias. Também haverá revitalização de 15 km em alguns trechos, como a dos Amarais, que está sem manutenção e segregação.

No mês de janeiro, a administração municipal  habilitou seis empresas que disputam a licitação para a contratação do projeto executivo e obras de 1,6 km de ciclovia na Avenida Theodureto de Camargo entre as ruas Almeida Garrett e Praça 25 de Abril e 2 km de ciclovia em Nova Aparecida nas avenidas Dom Agnelo Rossi e Papa João XXIII.

No início de fevereiro foi aberta a licitação para 9,2 km de ciclovias divididos em dois lotes, um de 7,1 km no Campo Grande e Barão Geraldo, e 2,1 km na Avenida Washington Luís e Baden Powell.

Além das ciclovias, para quem gosta de pedalar pode aproveitar a abertura da ciclofaixa de lazer Taquaral-Norte-Sul aos domingos pela manhã. O percurso abrange o entorno da Lagoa do Taquaral e a Praça Arautos da Paz, além de um trecho da Avenida José de Souza Campos (Norte-Sul). Consulte sempre a programação no site da prefeitura com antecedência.

Na cidade, existem alguns coletivos que se organizam com diversas características de pedais para aproximar os ciclistas. Um deles é o Campinas Bike Clube, que realiza passeios semanais, todas as terças e quintas às 20h e sábados às 16h, viagens e passeios cicloturísticos. O mais bacana é que eles não estão presentes na sociedade somente por implantar o ciclismo como modal de transporte e lazer, mas também atua com eventos e ações sociais em prol dos menos favorecidos. Você que é ciclista pode conhecer mais sobre o trabalho deles e se cadastrar no endereço http://campinasbikeclube.com.br/cadastro-de-ciclista

E ainda há os grupos de ciclistas amadores ou profissionais, que escolhem a Rodovia SP-340, conhecida como Campinas-Mogi e cercada de cidades turísticas, para treinar em longas rotas. Aos finais de semana, os grupos percorrem trechos de até 100 km, promovendo o turismo em cidades como Holambra e Jaguariúna. Um dos atrativos que tornam a rodovia muito procurada pelos ciclistas está a qualidade do asfalto ao longo do acostamento e a segurança da polícia rodoviária. Para quem for pedalar é importante ficar atento as regras de trânsito e segurança, além de utilizar capacete e demais equipamentos de proteção.

Esse artigo foi produzido pelo portal parceiro Mobilidade Sampa. Para conhecer mais sobre mobilidade, acesse!

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