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Piracicaba é a 37ª no ranking das 100 melhores cidades do Brasil para investir em imóveis

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São Paulo – Como rentabilidade passada não é garantia de retorno futuro, este ranking das 100 melhores cidades brasileiras para investir em imóveis mostra os lugares que devem despontar no cenário imobiliário brasileiro nos próximos meses e anos, sem se reduzir a observar as regiões que já chegaram ao auge, mas que amanhã talvez não sejam mais a bola da vez.

O estudo, desenvolvido pela consultoria Prospecta Inteligência Imobiliária e divulgado com exclusividade para EXAME.com, traz um novo conceito de análise do mercado de imóveis ao se debruçar sobre a demanda de cada região estudada, em vez de se concentrar na oferta.

“O mercado sempre observa o preço do metro quadrado, que reflete os valores de imóveis já vendidos. Mas, o que garante que uma cidade valorizada terá demanda para absorver novos produtos? A oferta já aconteceu. Para ver o que está por vir é preciso analisar a demanda, que define o que será comprado, quando e como”, afirma Cristiano Rabelo, diretor de Novos Negócios da Prospecta.

O indicador P2i-Lead também se diferencia pelo tamanho de sua amostra: foram analisadas todas as cidades do país com menos de 1 milhão de habitantes, ou 94% dos municípios brasileiros.

Em comum, as 100 cidades com maior nota no P2i-Lead possuem características como renda per capita elevada, população com alto nível de instrução e de vínculo empregatício, um número considerável de empresas atuantes, déficit imobiliário elevado, entre outros. “O objetivo é mostrar se quem está na ponta da cadeia tem condições de adquirir produtos imobiliários”, diz Rabelo.

Veja, nas fotos, a lista das 100 melhores cidades brasileiras para investir em imóveis. Abaixo de cada imagem foi destacado o potencial para investimentos de alto, médio e baixo padrão; a pontuação no indicador; e o déficit da região (percentual de domicílios alugados ou cedidos). 

Confira:

1º lugar: São Bernardo do Campo (SP)

2º lugar: Campo Grande (MS)

3º lugar: Santo André (SP)

4º lugar: Osasco (SP)

5º lugar: Natal (RN)

6º lugar: Ribeirão Preto (SP)

7º lugar: São José dos Campos (SP)

8º lugar: Maceió (AL)

9º lugar: Niterói (RJ)

10º lugar: João Pessoa (PB)

11º lugar: Florianópolis (SC)

12º lugar: Sorocaba (SP)

13º lugar: Teresina (PI)

14º lugar: Uberlândia (MG)

15º lugar: Santos (SP)

16º lugar: Vitória (ES)

17º lugar: Contagem (MG)

18º lugar: Londrina (PR)

19º lugar: Aracaju (SE)

20º lugar: Joinville (SC)

21º lugar: Cuiabá (MT)

22º lugar: Vila Velha (ES)

23º lugar: Maringá (PR)

24º lugar: Duque de Caxias (RJ)

25º lugar: Juiz de Fora (MG)

26º lugar: Jundiaí (SP)

27º lugar: Caxias do Sul (RS)

28º lugar: São José do Rio Preto (SP)

29º lugar: Aparecida de Goiânia (GO)

30º lugar: Jaboatão dos Guararapes (PE)

31º lugar: Diadema (SP)

32º lugar: Barueri (SP)

33º lugar: Betim (MG)

34º lugar: Nova Iguaçu (RJ)

35º lugar: Serra (ES)

36º lugar: São Caetano do Sul (SP)

37º lugar: Piracicaba (SP)

Pontuação no ranking (P2I – Lead)0,563
Potencial para investir em imóveis de alto padrãoÓtimo
Potencial para investir em imóveis médio padrãoÓtimo
Potencial para investir em imóveis baixo padrãoÓtimo
Déficit habitacional30,33%
Quantidade média de salários mínimos da população7

Confira a lista completa: http://migre.me/owMkq

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